Partindo de casos historico-antropológicos e actuais de “aprendizagem situada”, fora do contexto do ensino académico ou de cursos de formação profissional, Lave e Wenger, sugerem que é fundamentalmente através de “Comunidades de Prática” que os conhecimentos dos seus membros e do colectivo mais facilmente são partilhados e desenvolvidos. Wenger e outros produziram modelos de entendimento de Comunidades de Prática (CoP’s) e do seu cultivo e desenvolvimento nas empresas e outras organizações.
Considerado como um instrumento potente de Gestão de Conhecimento e de Aprendizagem Organizacional, as CoP’s têm tido múltiplas aplicações e variantes – umas assentando apenas em reuniões presenciais e outras tirando partido das plataformas de discussão, colaboração e partilha de conhecimentos na Internet (ou em Intranet organizacionais).